Eu tomo a dor dos outros
É como um canivete na minha conciência
Se misturado a minha dor
Já não é mais separação do que é meu ou seu
Agora eu me separo um pouco do que é ser humano
Me separo um pouco mais desse mundo que não sei viver
Eu tento me separar da dor
Mas parece que é a única coisa que permanece intacta
Eu só quero amar e ser amado
Eu não quero morrer
Me sentindo como um fantasma
A procura o brilho do sol no seu olhar
Ajude-me...
cara vc leva jeito
ResponderExcluirparabens pelos poemas
são muito lindos!