sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ajude-me...

Eu tomo a dor dos outros
É como um canivete na minha conciência
Se misturado a minha dor
Já não é mais separação do que é meu ou seu 

Agora eu me separo um pouco do que é ser humano
Me separo um pouco mais desse mundo que não sei viver
Eu tento me separar da dor
Mas parece que é a única coisa que permanece intacta

Eu só quero amar e ser amado
Eu não quero morrer
Me sentindo como um fantasma
A procura o brilho do sol no seu olhar

Ajude-me...

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